terça-feira, 12 de julho de 2011

Poema dois


 
a tarde morre
quando estou
de frente
ao cais 
quando estou
de frente
ao cais
a tarde não morre
a noite
faz



quando tenso
o poema penso
fio suspenso no

Ar

quando teso
o poema preso
peixe surpreso

no mar


artur gomes – entre/vistas

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